| ma | di | wo | do | vr | za | zo |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | |||||
| 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 |
| 10 | 11 | 12 | 13 | 14 | 15 | 16 |
| 17 | 18 | 19 | 20 | 21 | 22 | 23 |
| 24 | 25 | 26 | 27 | 28 | 29 | 30 |
| 31 |

Logo após ouvir o Nerdcast 161, continuei não me interessando por Twitter. Gostei de ver foi o Bonecão do Posto, muito criativo, mas nada que me faça me cadastrar (o cara á muito previsível!) :0
E por falar em seguir, até que gostei de assistir ao primeiro (?) filme de Christopher Nolan, Following (1998). Como em vários outros filmes dele, a narrativa é não linear, uma coisa que mesmo no Batman Begins ficou legal. Da lista dos filmes do diretor só falta agora Insomnia (2002), mas antes queria conferir Dark City (1998). Já cumprida esta etapa, falta agora arrumar tempo e assistir o filme que está ali no canto...
Voltando ao Twitter, acabou que criei uma conta e de vez em quando escrevo alguma bobagem. Porém, eu mesmo não me acho relevante...
Na semana que passou, resolvi ver qual era a do Anime "Evangelion", já que por acaso encontrei ele na lista "Category:Existentialist works". Pensei: "É, deve ser legal, anime, robôs gigantes, existencialismo, tudo junto!"
Daí, comecei a ver, vai o primeiro, segundo, quinto episódio, décimo, e está lá a série "emperrada". E eu na expectativa, "bom, tem potencial, a série tem vários mistérios p/ serem desenvolvidos, vários personagens p/ entrar ". A série segue, o autor começa a dar sinais que gosta de entrar numas viagens muito doidas e, para completar a série, o cara faz os dois últimos episódios totalmente fora de si (e ainda parece que gastou o dinheiro que tinha p/ fazer a animação com o negócio que ele andou usando). Depois tiveram os filmes, que é entendido por alguns como o final da série, substituindo os dois últimos episódios. Fui ver também e comecei gostando, naquele sentimento de "agora vai!". Aí, de novo começa a enrolação, seguido de mais viagens, e acaba que chega no final com aquela sensação de "a explicação deve ser entendida por cada um". Pffffff.
Eu sei, nunca fui reconhecidamente um cara que consegue ler nas entrelinhas, pensar fora da caixa, reconhecer que o cara na questão do barômetro estava sendo criativo, etc, e que por isso a culpa deve ser toda minha. Em outras palavras: "é você que é muito burro e não entende!".
Aliás, aproveitando, vou pegar o que foi dito por Guilherme em 2003 e comentar em cima. Em minha defesa digo que só me lembrei de ver se ele já tinha dito alguma coisa a respeito depois de praticamente ter terminado de escrever aqui!
"Como o desenho começa "do meio', com muitas coisas a explicar, torna-se emocionante ir descobrindo toda a trama, capítulo a capítulo."
Ok, começo concordando, já que o foco não é a luta dos robôs, legal, vamos descobrir como que isso começou, como fizeram, como que esses conflitos interiores e problemas psicológicos e existenciais vão ser resolvidos ou trabalhados, etc.
"Infelizmente, a segunda temporada é muito mais confusa que a primeira, trazendo duas novas perguntas para cada nova resposta."
Ou seja, em vez de trabalharem o potencial da mitologia criada, de como os personagens secundários entrariam na trama e tudo o mais, resolveram colocar mais mistérios no que estava sendo revelado pela história, sendo que o final da série já estava por vir. Poxa, tinha a organização "concorrente" com os robôs não-tripulados, tinha o próprio cabo de energia dos EVAS, a principal limitação nos combates (fora o próprio piloto) que poderia ter sido eliminado por algum recurso da história (como aconteceu no finalzinho com a unidade 01, que adquiriu um motor/órgão S2), as outras unidades e pilotos...
"Muita gente que eu conheço desistiu de assistir depois do décimo-quinto episódio porque não estava entendendo mais nada."
Só não parei porque, depois de já ter "perdido tempo" vendo tudo até ali, resolvi ver se finalmente o autor e equipe se encontrariam, ou pelos menos, como já sabia dos filmes, que estes dessem conta...
"Mas este, infelizmente, não é o maior pecado da série: todo o clima de tensão e mistério, todo o clímax construído milimetricamente através dos 24 primeiros episódios é destruído nos dois últimos que são... como direi... uma bosta. Sem pé nem cabeça, nem parecem que fazem parte do mesmo desenho."
Exato: simplesmente cagaram tudo e misturaram com alguma coisa que já estava pronta, tipo rascunhos, e falaram "Taí o final da série p/ vcs!"
"E essa opinião é tão forte que a Gainax produziu um filme de uma hora e meia de duração, entitulado "The End of Evangelion", que começa onde o episódio 24 acabou, com uma advertência para que os episódios 25 e 26 sejam solenemente ignorados, e o filme seja considerado o "verdadeiro último episódio". Eu, hein!"
E que, como já disse, achei que começou bem e terminou outra bosta (não tão ruim quanto a série, ok, mas mesmo assim sem empolgar muito).
"Bom, fora essa mancada dos dois últimos episódios, é uma grande série."
É uma série que eu achei com um imenso potencial, justamente por se meter a dar foco nos assuntos psicológicos e filosóficos, na questão existencial e tudo mais, mas que como conjunto não agrada nem quem gosta só de porradaria, nem quem quer ir mais fundo nesses assuntos mais "cabeça".
"Talvez seja necessário rever alguns episódios para entender o que realmente está acontecendo, mas este clima de "segredos a serem desvendados" contribui mais do que prejudica."
Ok...
"Evangelion, decididamente, não é para crianças. Mas é um desenho excelente, que agradará aos fãs do gênero."
Acho que sou um cara que, apesar de não ser grande fã (do gênero), sempre me interessei pelo gênero e, mesmo assim, achei uma bosta! Muito potencial, muitos questões interessantes, muitas combates que empolgam, mas no conjunto da obra, do jeito que colocaram tudo junto, a coisa toda não presta.
(ou não...)
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Até este momento parece ser consenso que as lâmpadas fluorescentes são um bom negócio tanto para o bolso do consumidor quanto para o meio ambiente. Embora mais caras que as incandescentes seu custo deve se pagar dado o baixo consumo de energia. Nos EUA sua adoção vem sendo incentivada pelos governos devido a crise energética, poluição ambiental das usinas térmicas e aquecimento global.
Ocorre porém que estas lâmpadas contêm mercúrio e fósforo. Elementos químicos cujo contato ou inalação devem ser evitados. Estas lâmpadas precisam ser recicladas convenientemente e NÃO devem ir para o lixo comum pois irão poluir o lixão onde forem lançadas.
O site abaixo tem mais informações sobre como tratar com elas.
http://www.ciwmb.ca.gov/wpie/fluoreslamps/Sua cidade informa sobre como descartar estas lâmpadas?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Alguns meses atrás comecei a me interessar pela área de Engenharia Ambiental, sendo que no momento estou procurando alguma pós-graduação na área. Talvez por conta disso estava eu esses dias pensando na agressão ao meio-ambiente que é a forma como descartamos algumas coisas, como por exemplo pilhas e lâmpadas eletrônicas. Não querendo abordar hoje a questão da educação, que tem que ser a base para começar a se tratar a questão, vejamos o que temos hoje em dia.
Para as pilhas, ainda existem algumas lixeiras espalhadas pela cidade próprias para o descarte, basta que se comece a conscientização e o processo adequado de coleta (atualmente, o processo simplesmente mistura com o lixo comum no caminhão).
Mas e quanto às lâmpadas? Eu mesmo só me toquei que elas têm mercúrio após assistir a uma reportagem falando sobre uma fábrica que recicla tal material, apesar de que, pelo que pude ver, eram somente as lâmpadas "grandes" sendo recicladas, e não estas compactas que são usadas para substituir as incandescentes. Eu vejo este momento e lembro do oba-oba de quando chegaram as garrafas de plástico (PET), e todos só viam as vantagens de ser mais leve, não quebrar, não precisar retornar, sem sequer vislumbrar a capacidade das mesmas em poluir. Quero dizer, eu sei que a garrafa ou o plático por si não poluiu...
Tentei hoje mesmo achar alguma coisa na internet falando do problema, mas praticamente só encontrei sites falando das vantagens, de como elas são econômicas, dos governos que vão determinar a poibição do uso das incandescentes preocupados com o uso da matriz energética, etc. Não sei se em algum ponto desta "conta" (da economia) alguém está incluindo a energia gasta para produzir e se desfazer das mesmas de forma responsável...
Vai o texto que encontrei:
11/07/2007
Acredita-se que as lâmpadas fluorescentes sejam ambientalmente responsáveis, mas a Agência de Proteção Ambiental americana enfrenta problemas com relação à reciclagem das lâmpadas. Muitas vezes, as lâmpadas acabam em aterros sanitários, onde os produtos químicos podem contaminar o solo e a água, envenenando peixes e outros animais.
As lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio e não deveriam ser jogadas no lixo, como as lâmpadas incandescentes comuns.
Leia também
Fox News - Fluorescent Light Bulbs Can Become Toxic Time Bombs
Mas de qualquer forma encontrei um texto bem completo...
http://www.salenguemed.com.br/frontsite/noticias.php?id_noticia=47
Achei interessante também:
http://brasilatual.com.br/sistema/?p=1137
Talvez no futuro alguém pense em alguma coisa p/ resolver o problema...
Recentemente assisti a um episodio dos Simpsons onde apareceu o Alan Moore (e dois outros caras que, depois, soube que eram Art Spiegleman and Dan Clowes - que por sinal nunca tinha ouvido falar). Estranho uma referência que tão poucos reconheceriam, mas pelo menos isso ficou só no primeiro segmento do programa.
Tudo começou na loja do "Comic Book Guy", com Milhouse passando pelas revistas "Morte do Superman", "Morte do Aquaman" e "Morte do Gasparzinho" (!!!). Depois, o ponto o máximo foi quando, já na outra loja de revistas, eles mostram a capa de "Watchmen Babies" em "V for Vacation", com as versões bebês dos personagens de Watchmen surfando...

E daí? Nada, só achei legal! Mas se quiser fazer alguma coisa, visite este link: http://www.toshistation.com/chainscale.asp
Pense (ou lembre) de um filme, responda as perguntas e descubra o quanto o filme é bom! Pelo menos p/ um geek!
E por falar em geeks, tem mais um episódio de Goblin Bloggin' no YouTube...

"You are a good old-fashioned six-sided cube, otherwise known as a d6. Others know you to be plain, predictable, conservative, average, ordinary, and downright boring. You prefer to describe yourself as dependable, honest, practical and trustworthy. People usually know what to expect from you, since you rarely hold any surprises. You hate to make decisions, and if forced to decide, you'll always fall back on how it was done in the past. You always order the same thing at your favorite restaurant, and your jokes, while funny, are never too offensive. It seems that you are well liked, but maybe that's simply because there's nothing to hate."
Comentado:
"Others know you to be plain, predictable, conservative, average, ordinary, and downright boring."
A parte do "conservative" e "boring" deve estar certa, mas não me acho tão ordinário assim.
"You prefer to describe yourself as dependable, honest, practical and trustworthy."
Isso, isso, isso...
"You hate to make decisions, and if forced to decide, you'll always fall back on how it was done in the past"
Eu diria que num grau muito menor que meu pai, se é que isso de fato acontece.
"It seems that you are well liked, but maybe that's simply because there's nothing to hate."
Ouch! Pior que neste caso eu acredito nesta declaração!
"This survey is completely scientific. Despite the mind-boggling complexity of mankind, the billions of distinctly different personalities found on Earth can easily be divided into seven simple categories that correspond to the five Platonic solids, a pseudo polyhedron, and whatever the hell a d100 is. The results of this quiz should be considered not only meaningful but also infallible, and pertinent to your success as a fully realized individual. If you feel the results of this examination do not match your perceived personality, you should take whatever drastic measures are needed to cram your superego back into proper alignment, as described by the quiz results."
Apesar do tom de deboche/descrédito, o autor (talvez mesmo sem saber) se aproximou bastante do que se tem definido hoje em dia como "personalidade". Ele citou sete, sendo que destes sete são cinco poliedros. Não sei se ele já tinha ouvido falar da teoria dos "Cinco Grandes Fatores".
O modelo dos Cinco Grandes Fatores, conhecido como "Big Five" e considerado como uma versão moderna da teoria do traço, busca compreender a essência da natureza humana de acordo com suas diferenças individuais. O modelo considera que a personalidade é constituída por cinco grandes traços: 1) Extroversão, 2) Socialização, 3) Escrupulosidade, 4) Neuroticismo e 5) Abertura para Experiência.
"And if you believe that, we have some really great critical-hit insurance to sell you."
Aaah, mas achei que ficou tão parecido... Aliás, não fui só eu...
Aproveitando mais uma madrugada insone, além do fato de ser estudante da área, hoje tem mais um texto COpiar-COlar. Mas no finalzinho acabei escrevendo um comentário...
----------------------------------------------------------------
O TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo) é um dos transtornos de ansiedade mais comuns juntamente com as Fobias e o Transtorno de Pânico.
A terapia cognitivo-comportamental ( TCC ) tem se caracterizado como a psicoterapia de maior eficácia no tratamento do TOC. A principal característica do transtorno é a presença de obsessões e compulsões graves o bastante para causar sofrimento psíquico e consumir um espaço considerável de tempo( mais de uma hora por dia), interferindo significativamente na rotina de pessoa, em suas atividades profissionais e seus relacionamentos pessoais.
A pessoa reconhece o caráter exagerado e irracional das suas obsessões e compulsões, distinguindo-se assim da esquizofrenia. O conteúdo das obsessões e compulsões não pode estar relacionado a outros transtornos como os relacionados à alimentação ou às drogas, por exemplo.
Podemos entender as obsessões ligadas ao TOC como idéias ou imagens que aumentam a ansiedade e o desconforto pela referência a eventos catastróficos antecipados. As compulsões, são os chamados rituais que o indivíduo utiliza para reduzir a ansiedade através da esquiva ou neutralizações destes eventos. Se o indivíduo tem obsessões ligadas à sujeira das mãos, ele ficará extremamente ansioso e isto pode se traduzir em uma compulsão por lavar as mãos de maneira repetitiva. No geral, dizemos que enquanto as obsessões aumentam a ansiedade, as compulsões a reduzem.
Há quatro grandes categorias no transtorno obsessivo-compulsico (TOC): as compulsões de limpeza (washers), as de verificação (checkers),as obsessões puras (pensamentos repetitivos ou de cunho agressivo ou sexual) e a lentidão obsessiva primária (necessidade de fazer tudo com precisão tamanha o que acarreta um gasto de tempo considerável).
Os pacientes com TOC apresentam crenças erradas sobre as coisas que muitas vezes estão ligadas à aprendizagem, à modelagem e ao ambiente familiar. Uma mania de verificação pode estar ligada a um perfeccionismo exagerado, que por sua vez, pode ser uma compensação de uma baixa auto-estima. Os fatores causais do TOC não são claros. As hipóteses devem ser consideradas, levando-se em conta a história de vida e o significado do sintoma. Algumas considerações porém , tem sido evidenciadas na pesquisa científica.
1)Por alguma razão que se desconhece, em pessoas predispostas ou muito sensíveis, objetos ou situações, como banheiros, facas, números,cores ou pensamentos, em alguma situaão específica, provavelmente de natureza estressante ou traumática, tornam-se associados a medos ou sensações de desconforto (condicionamento clássico).
2)Num segundo momento, os medos ou desconfortos e, conseqentemente, o comportamento de evitação, são estendidos a outras situações ou objetos próximos ou semelhantes ao objeto ou situação ao qual foram originalmente associados. Este mecanismo é chamado de generalização.
3)O indivíduo descobre, por ensaio e erro , que executar rituais ou evitar o contato reduz ou elimina (neutraliza) os medos, mesmo que apenas temporariamente (processo de Neutralização).
4)Reforço e manutenção dos rituais:O alívio obtido reforça o comportamento de executar rituais, dando a impressão de que este é o caminho certo, o que acaba perpetuando o TOC (condicionamento operante).
Reforço das crenças erradas:O alívio obtido com a realização dos rituais reforça a idéia de que os medos podem ser verdadeiros e de que se deve, portanto, continuar repetindo as manobras (rituais) que provocam alívio.
Fonte: MENDES, M.A., "TOC - Transtorno obsessivo-compulsivo", <http://www.nunap.com.br/artigos/TOC.html>, acessado em 28/06/2008
(Não fico à vontade de colocar um texto sem citar a fonte, diferente do que eu tinha anteriormente indicado como possibilidade.)
----------------------------------------------------------------
Como comentário sobre a minha pessoa, como já falei outras vezes, vou contar uma "peculiaridade" que tenho. Primeiro dizer que uso essa palavara porque gosto de encarar como uma característica minha, não um "distúrbio" ou "transtorno", já que não me gera nenhum transtorno ou incomodo, aparentemente. Mas como é um comportamento atípico, às vezes quem vê fica espantado ou achando que se trata de um TOC. O caso é que quando eu vou nos banheiros públicos (trabalho, shopping, faculdade) eu nunca encosto (tenho contato da pele) em nada do recinto, sejam maçanetas, saboneteiras, torneiras e etc. (Normalmente a solução mais prática para isso é usar uma folha de papel toalha). E outra coisa é que antes de usar o computador e telefone do trabalho eu procuro limpá-los com álcool (no caso do computador, me refiro à teclado e mouse, pf).
Admito que talvez fosse exagero se eu fizesse isso com periféricos/telefone de uso "praticamente pessoal", tanto que podem ser contadas as vezes que o teclado lá de casa foi limpo, mas o que ninguém (aqui do trabalho, pelo menos) parece perceber é que são usados 24/7. Vinte e quatro horas de contato direto com a pele (e suor e etc) de pelo menos três pessoas diferentes para mim já é suficiente para tornar qualquer pedaço de plástico nojento. Pior ainda quando os hábitos de higiene destas pessoas não estão em sintonia, e alguns acham normal ou irrelevante coisas como ir ao banheiro e não lavar as mãos, escovar os dentes após refeições (se o telefone não for limpo, descobre-se o que foi comido, acreditem), retirar entulhos de comida entre os molares com o polegar e esquecer o(s) dedo(s) dentro da boca ou esquentar as mãos dentro das calças.
Update: fui beber água e percebi que esse meu negócio de "não encostar em nada" do banheiro já se extende até bebedouros próximos a banheiros, por eu já ter visto diversas vezes pessoas saindo do banheiro sem lavar as mão e ir usar o bebedouro. Isso começou em 2005...
De acordo com a sabedoria popular, então, eu não existo! Sério, já tentei pesquisar de diversas formas, tanto colocando a URL, quanto partes dela, ou pedaços de texto... Nada.
Sendo assim, dificilmente vou me preocupar com os efeitos do Ctrl+C Ctrl+V nos textos daqui, já que nenhum autor vai topar "por acaso" com uma obra não-creditada.
"Can somebody please explain to me how a YouTube video made with action figures and a wrinkled paper background is more clever and better acted than most big budget movies?"
Assim como qualquer um, gosto quando algumas pessoas com muito tempo livre ou muitos recursos conseguem fazer alguma coisa legal. Como exemplo, em se tratando de super-heróis, incluo todo o DCAU (universo DC animado) de Bruce Timm, que começou com o desenho do Batman e terminou com a Liga da Justiça Sem Limites.
Porém, acho muito mais incrível quando uma pessoa, sozinha e com recursos limitados, consegue produzir um material extraordinário, impressionante, divertido e com diversas outras qualidades que superam os produtos "comerciais". Estou me referindo, mais especificamente, ao "ItsJustSomeRandomGuy" (Michael Agrusso) do YouTube.
No trabalho dele é possível apreciar não só o talento de atuação para cada voz, mas também o texto com inúmeras referências tanto do cinema quanto dos quadrinhos, além da edição e efeitos. Para mim, isso é que é talento, uma incrível desmonstração de inteligências.
Só lamento que eu conheça pouquíssimas pessoas que conseguiriam apreciar cada detalhe desses que eu citei e outros que estão lá e demonstram essas qualidades. Se mesmo lá fora já tem muita gente que não gosta ou consegue sacar o que tem de bom, imagina aqui, que ainda tem a questão da língua para embarreirar.
"- O elevador pára em todos os andares, e não entra ninguém."
Tem: a pessoa jovem e saudável entra no elevador para subir um, e somente um andar, enquanto a escada está do lado pedindo para ser usada...
Pior ainda: A mesma pessoa faz isso para DESCER um único andar
Muito pior ainda: Você quer ir do último andar para o térreo, mas no caminho o elevador vai parando em cada um dos andares para pelo menos uma das pessoas como a acima descer um andar.
Relembrando de um texto do Bloguil....
Texto de um trabalho que tive que fazer para uma disciplina on-line da faculdade. Feito basicamente de copy-paste, ficou bem abaixo dos meus critérios de qualidade. Espero que os autores dos originais não se sintam ofendidos.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Sistema Límbico: O Centro das emoções
Paul Broca, neurologista francês, ao estudar a anatomia comparada dos sulcos e giros dos cérebros de mamíferos, em 1877, observou que na superfície medial do cérebro dos mamíferos, logo abaixo do córtex, existe uma região constituída por núcleos de células cinzentas a qual ele deu o nome de lobo límbico e descreveu esta estrutura como sendo constituído pelos giros do cíngulo e parahipocampal, e a "fissura límbica" como sendo constituída pelos sulcos atualmente denominados sulco do cíngulo, sulco subparietal e sulco colateral. O termo límbico foi adotado em função do seu significado (que significa, do latim, orla, anel, em torno de), uma vez que essas estruturas, que se situam em torno do topo do tronco encefálico, formam uma espécie de borda ao redor do tronco encefálico
James Papez, em 1937, propôs que o circuito constituído pelo giro do cíngulo-giro parahipocampal-hipocampo-fórnix-corpo mamilar-núcleos anteriores do tálamo-giro do cíngulo se constituísse no circuito básico das emoções, hipótese que veio a ser ampliada por Paul MacLean, em 1949, ao propor o conceito de cérebro visceral. Com essa proposição, MacLean defendia a idéia de que o cérebro visceral, constituído pelo rinencéfalo (estruturas e áreas olfatórias e paraolfatórias, giro do cíngulo, giro parahipocampal e hipocampo), fosse comum a todos os mamíferos e responsável pelas funções básicas de comer, beber e de se reproduzir. MacLean adotou o termo proposto por Broca e criou o conceito de sistema límbico.
Sistema de Recompensa do Encéfalo
James Olds, em 1954, ao realizar experiências em um rato para estudar o "estado de alerta", colocou, por engano, os eletrodos diretamente na área do sistema límbico. Estes eletrodos estavam conectados a uma alavanca que permitia ao animal, já devidamente treinado, acioná-la sempre que desejasse.
Olds verificou que o roedor passou a acionar o dispositivo freneticamente como se, da estimulação cerebral resultante, lhe adviesse uma imensa satisfação. Repetindo a experiência com outros ratos, resultados idênticos foram obtidos, sendo que alguns chegavam a acionar a alavanca quatro a cinco mil vezes em uma hora. O prazer que obtinham devia ser de tal intensidade que nem a fome nem estímulos dolorosos conseguiam interromper o processo, sendo que eles somente paravam de se auto-estimular quando vencidos pela exaustão. Olds concluiu que havia descoberto as áreas cerebrais responsáveis pela sensação de recompensa.
Pesquisas posteriores revelaram que a sensação de recompensa está ligada a um complexo sistema "em cascata" envolvendo diversas estruturas situadas na profundidade do encéfalo e vários neurotransmissores e que o resultado final do processo consiste na ativação de uma via dopaminérgica meso-límbica, que começa na área tegmental ventral e termina em receptores de dopamina denominados D2, localizados nas membranas de neurônios situados no núcleo accumbens e no hipocampo.
Processo de Recompensa
O processo se inicia no hipotálamo, com a atividade excitatória de neurônios serotoninérgicos. Isto leva à liberação do peptídeo opioide meta-encefalina na área tegmental ventral, o qual inibe a ação inibitória do ácido gama-aminobutírico (GABA) sobre os neurônios secretores de dopamina.
Desinibidas, as células dopaminérgicas "disparam" no feixe meso-límbico e a dopamina termina por se acoplar com seus receptores D2, no hipocampo (via amídala) e no núcleo accumbens onde, mais uma vez, a encefalina neutraliza a ação inibitória do GABA. Promove-se, assim, a despolarização dos neurônios dopaminérgicos (pós-sinápticos) nestas duas áreas, o que completa a "cascata" e gera a sensação de recompensa.
O resultado final do processo consiste na ativação de uma via dopaminérgica meso-límbica, que começa na área tegmental ventral e termina em receptores de dopamina denominados D2, localizados nas membranas de neurônios situados no núcleo accumbens e no hipocampo.
Usualmente, estando íntegras as estruturas do sistema "em cascata" e os neurotransmissores envolvidos funcionando normalmente, a "recompensa", expressa em sua forma mais significativa: sensação de bem-estar, é obtida se certas condições básicas são satisfeitas.
Nas espécies menos desenvolvidas, tais condições são bastante simples: quando em estado de saúde, existe o sentimento de recompensa se o animal se sente em segurança em seu nicho ecológico, está alimentado e sem sede, e se mantém aquecido (melhor seria dizer: "termoestável").
À medida que se sobe na escala zoológica, novas exigências se juntam às anteriores: satisfação sexual e reciprocidade afetiva, bem como aceitação e posicionamento dentro do seu grupo ou da "família". Estas duas últimas, bem caracterizadas entre os mamíferos superiores e, principalmente, nos primatas. O homem exige ainda, pelo menos, duas coisas mais: reconhecimento social e estabilidade econômico-financeira.
No entanto, em humanos (e talvez também em outras espécies), quando baixa o nível de dopamina nos neurônios pós-sinápticos da via meso-límbica, quer por diminuição da produção desse neurotransmissor na área tegmental ventral, quer por redução do número de receptores D2 no hipocampo e/ou no núcleo accumbens, aquelas condições, acima mencionadas, que atuavam como autênticos estímulos "naturais", já não se mostram suficientes para gerar sensações prazerosas ou de bem-estar.
O indivíduo passa então a buscar, através de alterações comportamentais, em geral de natureza perversa, e/ou pelo consumo de certas substâncias químicas, o aumento da liberação de dopamina para o sistema límbico.
Mas a resposta é apenas temporária e a exigência pelos químicos ou pelas atitudes perversas necessita aumentar mais e mais para que o indivíduo obtenha, através de alguma sensação de prazer, alívio para sua ansiedade ou depressão.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Textos retirados de:
RIBAS, G. Carvalhal. Neuroanatomical basis of behavior: history and recent contributions. Rev. Bras. Psiquiatria, São Paulo, v. 29, n. 1, 2007 .
OLIVEIRA, J.M. Sistema Límbico: O Centro das emoções. Disponível em: <http://www.epub.org.br/cm/n05/mente/limbic.htm>, acesso em Maio de 2008.
OLIVEIRA, J.M. Síndrome de Deficiência da Recompensa. Disponível em: <http://www.cerebromente.org.br/n08/doencas/drugs/sindrome.html>, acesso em Maio de 2008.